terça-feira, 18 de agosto de 2015

Garoto do DF dá exemplo

Um garoto acha uma carteira no lixo e devolve ao dono no DF

Pedreiro aposentado notou perda quando estava com mulher no hospital.
Estudante recebe R$ 394 no trabalho e ajuda a mãe, desempregada.


O estudante Lucas Yuri Bezerra, de 16 anos, não descansou até descobrir o dono da carteira que ele achou no lixo no Distrito Federal. Dentro havia R$ 1,6 mil, o orçamento de uma oficina mecânica e um telefone anotado, mas nenhum documento. O incidente aconteceu na manhã da última terça-feira (11), quando ele ia para o Centro de Ensino Fundamental 312 de Samambaia.“Estava indo para a escola com uns amigos meus, aí olhei para baixo e vi a carteira no meio do lixo. Achei que alguém tivesse jogado fora. Dei para o meu amigo brincando. Ele acabou jogando para cima, também brincando. Quando ela subiu é que a gente viu o dinheiro. Ele catou e saiu correndo, dizendo que era dele. A gente conversou, e eu o convenci a devolver”, explica.Inquieto durante a aula, o garoto chamou a atenção da professora, que recomendou que ele procurasse a coordenadora da instituição. Rivânia de Araújo lembra que o menino estava decidido a devolver o dinheiro, mas se dizia angustiado com a falta de pistas para achar o dono.O dinheiro – correspondente a todo o benefício que recebe – seria utilizado para pagar as contas de casa, abastecer o carro e comprar remédios. O idoso só notou que tinha perdido a carteira quando chegou ao Hospital Universitário de Brasília, a quase 25 quilômetros de distância.“Ele estava nervoso, sem saber o que fazer”, conta. “Por duas vezes perguntei se ele queria que achasse o dono, se ele queria mesmo, porque aí eu investigaria. Ele não teve dúvidas de que sim.”A coordenadora ligou na oficina mecânica e, quase dez horas depois de a carteira ser encontrada, localizou o dono. O pedreiro aposentado Benício Eleutério, de 66 anos, acabou deixando a carteira no lixo quando saía para levar a mulher ao médico. Ela sofre de problemas no joelho e anda com dificuldades.

O estudante Lucas Yuri Bezerra, que devolveu carteira com R$ 1,6 mil achada no lixo no DF (Foto: Rivânia de Araújo/Arquivo Pessoal)Lucas Yuri Bezerra, que devolveu carteira com R$ 1,6 mil
achada no lixo
De volta em casa, ele lembra de ter se desesperado ao não encontrar o dinheiro. “Fiquei louco sem saber o que fazer, porque não tinha mais nenhum tostão. Fiquei pensativo”, diz. “[Quando buscou a carteira na escola] Fiquei muito feliz de ver que ainda tem gente boa no mundo, porque a gente vê muita gente que não presta. Mas ainda tem gente que vale muito. Esse dinheiro é essencial, era tudo o que eu tinha.”A devolução aconteceu na escola, e Eleutério acabou descobrindo que Lucas é neto de um amigo. A avó do garoto, Docarmo Alexandre da Silva, se disse orgulhosa da postura dele.“Achei um gesto muito bonito, fiquei muito emocionada. Não esperava outra coisa dele, ele é um menino muito abençoado”, declarou ao G1.
Honestidade
Lucas, que sonha em ser militar ou engenheiro, trabalha todas as tardes como auxiliar administrativo de um hospital. Ele ganha meio salário mínimo e usa o dinheiro para ajudar a mãe e o padrasto, que estão desempregados e têm três filhos. Mesmo com dificuldades, o garoto diz que em momento algum cogitou ficar com os R$ 1,6 mil.“O dinheiro não era meu. Então não era certo. Mesmo que eu não achasse o dono, eu não conseguiria gastar. Simplesmente não era meu. Não podia gastar, mesmo sem saber. Se eu gastasse, sentiria que eu tirei o dinheiro de alguém”, explica. “Fiquei realmente preocupado de não achar.”A coordenadora Rivânia de Araújo conta que questionou colegas do jovem e que poucos disseram que teriam a mesma atitude que a dele. “Muitos disseram que não entregariam, até porque não tinha documento.”“[A sensação é de] Dever cumprido. A gente está vendo só notícia ruim da nossa periferia, aqui em Samambaia, e quero crer que, como o Lucas Yuri, têm muitos Lucas aqui na escola”, completou a coordenadora.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Banda Fly

Romântica, boy band paulistana tem 26 milhões de views no YouTube.Grupo conta histórias 'bizarras' com fãs e diz fazer 'pop, sem preconceito'.

O Fly tem agenda cheia de shows, mas se define como "uma banda de internet". Os três integrantes da boy band paulistana, entre 20 e 24 anos, se encontraram via YouTube e começaram a soltar a voz no site. E por lá continuam. São mais de 26 milhões de visualizações dos vídeos do trio em três anos de carreira.Eles são uma boy band, mas não repetem coreografias manjadas. A banda de garotos está mais para grupo vocal, desses que canta juras de amor quase eterno do naipe de "Quando eu te encontrar / Velhinha no sofá / Cabelos de algodão / Mil histórias pra contar"."A gente canta pop, sem preconceito", define Nathan Barone. "A galera compra muito mais os produtos de fora de pop do que os de dentro do Brasil. A gente quer mostrar que pode fazer uma coisa bacana. O público teen não tinha uma referência de boy band."Ao ouvir rádios, os três notaram que o discurso do Fly é um pouco diferente dos outros brasileiros sem vergonha de ser pop. "A gente corre contra uma maré de vários artistas que falam de pegação, zoação, hoje vamos pegar o mundo. Falam que não tem amor. Existe sim, cantamos coisas baseadas em sentimentos", conta Paulo Castagnoli."É tão mais difícil ser importante para uma pessoa do que para várias. É um desafio pra gente como homens. Está tudo muito fácil. Eu fico feliz quando eu ouço uma música bonita, o Luan [Santana] tem várias, de amor mesmo. Sobre ficar com alguém até ficar velhinho, planejar e sonhar com isso", exemplifica Caíque Gama."Essa leva de meninas a gente passa o lance de querer estar com alguém. Ainda mais para uma menina de 13, 14 anos. É uma coisa boa os pais vindo elogiar as músicas", opina Caíque. "Elas vão crescer e gostar da gente não por fazermos um som teen, mas um som que ela gosta", arrisca Nathan. O três rapazes escrevem suas canções e têm a dupla Pe Lu e Koba, do Restart, entre seus produtores.
Fãs dedicadas (às vezes, até demais)

Talvez por falarem tanto de amor, o grupo tenha conquistado tantas garotas. O Fly é figura fácil nos sites, premiações e revistas dedicadas a adolescentes. Com tanto fanatismo, claro, vieram histórias que eles chegam a definir como "bizarras".
A banda Fly (Foto: Divulgação/Orelha)"Levaram colchonete para a frente do meu prédio e ficaram três dias dormindo lá. Eu desci e falei várias vezes, mas elas não iam embora. Eu sei que é muito amor, mas é perigoso isso", recorda Nathan. "Tem coisas bizarras, mas prefiro não contar para não dar ideia", esquiva-se Paulo.O mais comum é ter o número do celular "vazado" pelas fãs. Elas descobrem e não param de ligar para os três. Por isso, vivem mudando. "Eu fui trocar meu número, cheguei em casa e uma menina me ligou. Como assim? Faz meia hora que eu troquei! O irmão dela tinha vendido o chip e passou o número", recorda Caíque.
De Black Eyed Peas a NX Zero

Quando falam de artistas preferidos, o Fly vai pelo pop, reggae e rock. "Desde muito novo, gostava do Black Eyed Peas", elege Nathan. "Gosto pela junção de pessoas diferentes, algo que a gente é, né? Eram três caras que cantaram rap e puxaram uma menina para ser mais pop e isso conquistou muita gente. Eles me impulsionaram a querer fazer isso", justifica ele. "Eu gosto bastante de reggae desde moleque. Curto Natiruts, Cidade Negra", conta Caíque."Eu sou do Paraná, de uma cidade muito pequena chamada Campo Largo... E não rolava muito show", lembra Paulo. "E aí começou a rolar show do NX Zero e era o que estava tendo. Eram pequenos na época e comecei a ir desde os primeiros shows. Via os caras no palco e falei: 'meu, quero fazer isso, não sei como, mas quero estar com eles lá cantando'"
A banda Fly no clipe de 'Cabelos de algodão' (Foto: Reprodução/YouTube/Fly)

Veja vídeo no site:

Sobre o Criança Esperança

Resultado de imagem para criança esperança 2015Em 2015, o Criança Esperança completa 30 anos criando oportunidades de desenvolvimento para mais de 4 milhões de crianças, adolescentes e jovens. Este ano, a Unesco selecionou 30 projetos que serão apoiados pelos próximos dois anos em todas as regiões do Brasil, além dos três Espaços Criança Esperança, localizados no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco – beneficiando, diretamente, mais de 18 mil crianças.
É possível fazer doações durante o ano inteiro, em qualquer casa lotérica do país, ou ainda, pelo site do Criança Esperança (www.criancaesperanca.com.br).
Os recursos arrecadados são depositados diretamente na conta da Unesco, que é responsável pela seleção de projetos, por meio de edital público, realizada anualmente. Após a seleção, a Unesco monitora e faz o acompanhamento técnico e financeiro dos projetos apoiados.
"O Criança Esperança é uma campanha da Globo com a Unesco em parceria com milhões de brasileiros."


Criança Esperança

 O Dia da Esperança chegou ao fim com uma arrecação de mais de R$ 16 milhões em doações. Ao longo de todo o sábado, artistas do elenco da Globo e convidados se revesaram no Mesão da Esperança para atender as ligações do público. Para encerrar o dia, um programa especial reuniu atores e músicos para celebrar os 30 anos do Criança Esperança.Autor do tema de abertura deste ano, Gilberto Gil deu início às atrações musicais do especial Criança Esperança na noite deste sábado, dia 15. Com a canção de mesmo nome do projeto, composta em comemoração aos 30 anos da campanha, Gil contou com a companhia de todos os artistas que fazem parte do programa, revelando um pouco do conceito colaborativo que permeia toda a atração.Dando boas-vindas aos telespectadores, os anfitriões da festa, Lázaro Ramos, Dira Paes, Flávio Canto e Leandra Leal convocaram o Brasil inteiro a transformar a vontade de um mundo melhor em ação e revelaram o protagonista do espetáculo: o mesão no centro do palco."Para celebrar os  30 anos do projeto, a gente chamou essa turma aqui, olha que maravilha, pra atender sua ligação. Deixa eu fazer a chamada!", anunciou Lázaro, apresentando Tony Ramos, Suzana Vieira, Paolla Oliveira, Alexandre Borges, Bruna Marquezine, Deborah Secco, Rodrigo Lombardi, Taís Araújo, Milton Gonçalves, Luís Miranda, Andréa Beltrão, Fernanda Torres e outros artistas que falavam ao vivo com os doadores e interagiam na atração.
A banda formada por atores fez sucesso no especial (Foto: Globo/Amanda Freitas)

Trazendo histórias reais de pessoas que foram beneficiadas pelo projeto, Leandra revelou também  que, no 'super mesão', havia ainda uma convidada especial: Maria, que foi uma das primeiras crianças atendidas pelo Criança Esperança, através da Pastoral da Criança, no interior do Sergipe. Da plateia, a líder comunitária da pastoral, Dona Udinha, contou um pouco mais a respeito: "O que mais marcou é poder ajudar as famílias, tirando a fome, a miséria, e todos tiveram um passo a frente na vida. Essa parceria deu vida para milhares de crianças".Para estimular o público a fazer ainda mais doações, a dupla Tatá Werneck e Bruna Marquezine foi desafiada a pagar uma prenda quando a arrecadação chegasse a R$ 5 milhões. Meta batida, Ingrid Guimarães ficou com a responsabilidade de definir o que as duas amigas teriam que fazer. E as duas, na hora de dançar hits famosos, arrastaram todos para o palco.
A banda formada por atores fez sucesso no especial (Foto: Globo/Amanda Freitas)
De diferentes regiões do Brasil, crianças e jovens de instituições apoiadas pela campanha conversaram com Leandra Leal e os demais mobilizadores, que visitaram diversos projetos pelo país nos últimos meses. Para falar da garantia de direitos iguais para todos, Marcos Rossi, que nasceu com uma doença congênita, foi aplaudido pelo presentes e relembrou a infância e a importância do incentivo da família para a realização dos seus sonhos. "A limitação é um conceito que está na cabeça das pessoas. Você tem que acreditar nos seus sonhos, nos seus desejos e correr atrás disso. Determinação foram as minhas pernas e motivação os meus braços", disse Marcos.Dira Paes encontrou no palco a também grávida Deborah Secco e perguntou como a atriz vê o projeto neste novo momento de sua vida. "Pensar no futuro de uma criança hoje tem um peso muito maior, muito diferente de tudo que já vivi antes", conta Deborah. Lázaro aproveitou a turma reunida para garantir uma selfie com os atores do mesão. No terceiro musical da noite, os cantores do palco 'batidão', Murmuzinho, Ludmilla, Anitta e Valesca soltaram a voz com o hit "Happy", e surpreenderam ao interpretar o refrão em libras, a língua dos sinais.Tema do Criança Esperança este ano, a educação também entrou na pauta do especial, com a presença de uma das professoras de Lázaro, Idalina, e outros mestres. "Cada vez mais é importante valorizarmos a imagem do professor", afirmou Lázaro. Idalina reencontrou alguns de seus alunos em uma homenagem feita em sua antiga escola. Todos usaram máscaras com o rosto dela e depois revelaram suas profissões atuais e como a professora influenciou suas vidas. "Quem agradece sou eu, obrigada por vocês terem sido meu estímulo para viver. É só o que eu sei fazer, gostar de gente, eu gosto de gente. Meu objetivo principal é fazer o ser humano crescer, carregando na mala muito amor, muito carinho", concluiu a professora.Representando o ideal de que não haja criança sem acesso à escola, educação, comida,  e outros direitos, os artistas do palco 'Sertão', Paula Fernandes e Henrique e Juliano se uniram na canção "Andar com Fé". O momento contou também com discurso por vídeo da jovem paquistanesa Malala Yousafzai, defensora dos direitos das crianças e Prêmio Nobel da Paz.A segunda parte da festa dos 30 anos do Criança Esperança foi marcada pelo espírito de união de todos os artistas em prol de um futuro melhor para crianças e jovens brasileiros. Dando sequência ao show, Thalles Roberto e Karol Conka levaram um pout pourri de “They Don’t Care About Us”, “Olhos Coloridos” e os  hinos da independência e brasileiro e contaram com o talento do Dream Team do Passinho, que também realizou uma mini-batalha no palco.Depois, Lázaro Ramos chamou depoimentos de crianças, que responderam à pergunta “o que você quer ser quando crescer?”. A surpresa veio com a revelação de que os pequenos decoraram um texto de sonhos almejados por adultos, alguns conquistados e outros, não. Os mobilizadores fizeram a provocação: se temos os mesmos sonhos, por que não temos as mesmas oportunidades?
Renato Aragão se emociona com a homenagem do Criança Esperança (Foto: Globo/Alexandre Horta)
Em outro momento de grande emoção, Tony Ramos assumiu o centro do palco e revelou ter recebido uma carta da produção. O ator chamou Renato Aragão e deu voz ao seguinte texto: “Mainha me ensinou que nessa vida, a gente tem que ter fé, e pai diz que a gente tem que sonhar. Eu vou fazer tudo isso e quando acharem que eu cansei, cansei nada! Arrego não, eu sou cabra da peste. Eu sou Didi Mocó. Eu sou Renato Aragão”. Ponto alto da noite, a linda homenagem relembrou a história do artista que é o próprio símbolo da campanha. Tony Ramos narrou um pouco da infância do menino Renato até as conquistas como embaixador das crianças e estrela da TV.Bastante emocionado, ele falou sobre o que deseja para o projeto nos próximos anos e revelou seu primordial sentimento com o programa: “Eu penso no Criança Esperança como um filho meu. Esse filho cresceu e extrapolou fronteiras. E eu vou estar aqui por mais 30 anos com vocês só para agradecer o carinho com esse projeto. Quem leva esse programa é você de casa, é você que faz a sua doação. Vocês são maravilhosos!”, disse, ovacionado pelos presentes.Em seguida, a banda formada pelo elenco deu um show de emoção ao interpretar a canção “Brincar de Viver” na voz de Letícia Colin e Otaviano Costa no piano de cauda.O Super Mesão dos atores seguiu atendendo aos telefonemas do público e brincando com os apresentadores para atingir as metas de colaboração. As atrizes Tatá Werneck e Bruna Marquezine mostraram o rebolado ao atingir a meta de doações sugerida por Lázaro Ramos. Ingrid Guimarães sugeriu que a dupla dançasse diversos hits que marcaram os 30 anos do especial. Mas Bruna e Tatá levaram Leticia Spiller e Paolla Oliveira para o desafio, assim como  o Dream Team do Passinho.Thiago Martins e Thiago Fragoso se uniram aos sertanejos Paula Fernandes e Henrique e Juliano para o medley de “Monte Castelo” e “Pais e Filhos”. A partir do coro de que “sem amor a gente nada seria”, os mobilizadores Flávio Canto e Leandra Leal seguiram estimulando a contribuição do público pelos números 0500 e pelo site, com a ajuda de Mel Maia, reforçando a importância da doação para os 30 projetos selecionados para receber o benefício da campanha nos próximos dois anos.Na expectativa de um amanhã com direitos iguais para todos, os palcos se misturaram no musical “Imagine”. Durante o número, o rapper Flávio Renegado versou sobre o sonho de um mundo sem guerra e sem fronteiras.Tocando instrumentos musicais infantis, a banda do elenco deu um tom ainda mais lúdico ao especial com a canção “Ciranda da Bailarina”. Com links pelo Brasil, Flávio chamou ao vivo pelo telão o cantor Leonardo e Eduardo Costa durante um show em Juiz de Fora. Já Dira Paes conversou com Zezé Di Camargo e Luciano, que cantaram os números 0500 para garantir que o público faça sua doação. “Nós todos estamos aqui por um Brasil mais tolerante, mais justo”, falou Leandra Leal. Num lindo coro todos os cantores presentes, Alcione cantou “Peço a Deus” ao lado de Thiago Fragoso, que trouxe o refrão do hit “One Love”, pedindo também por menos maldade e mais paz.No número de encerramento, ao som do pandeiro, Arlindo Cruz e Alcione puxaram o samba “Conselho” e tiveram a companhia de todo elenco e mobilizadores para o agradecimento final.O especial Criança Esperança teve direção geral de Rafael Dragaud e os vídeos inspiradores são uma coprodução da Globo com a Bossa Nova Filmes. Até agora, a campanha 2015 já arrecadou  R$ 17 milhões.Há 30 anos contribuindo para a mobilização em torno da garantia de direitos de crianças e jovens, o Criança Esperança – uma parceria entre a Globo e a UNESCO com milhares de brasileiros – já destinou mais de R$ 290 milhões em doações a projetos beneficiados em todo o Brasil. Este ano, 30 instituições serão contempladas com os recursos arrecadados durante a campanha.
Veja os videos no site da Globo: 



sábado, 15 de agosto de 2015

Coreano de 26 anos 'não envelhece' intriga a ciência

                                        Médicos dizem que coreano é saudável, mas exames específicos não foram realizados  (Foto: Arquivo pessoal/ BBC)
Ele tem 26 anos, mas sua aparência é de um pré-adolescente de no máximo 10. Hyomyung Shin ganhou fama na Coreia do Sul após aparecer em um programa de tevê local e, agora, vídeos seus no Youtube se tornaram virais no mundo todo.Nascido em 5 de janeiro de 1989, Hyomyung conta que percebeu que havia parado de envelhecer somente aos 18 anos.“Uma vez fui a um reencontro de colegas da escola e todos meus amigos já estavam crescidos. Eu era a exceção”, diz em entrevista à BBC Brasil.Os médicos que cuidam do coreano garantem que ele é saudável. Ele, no entanto, nunca passou por um exame mais completo para saber as causas do lento envelhecimento.Com 1,63 m e jeito de quem não passou pela puberdade, Hyomyung diz levar uma vida normal, inclusive no trabalho, em um escritório de consultoria técnica - onde diz nunca ter tido problemas para ser respeitado. Ele também é DJ nos fins de semana.
Hyomyung só percebeu que não envelhecia mais aos 18 anos  (Foto: Arquivo pessoal/ BBC)Mas o programa de TV que o alçou ao sucesso mostra algumas dificuldades: em uma boate e durante um encontro, as mulheres não acreditavam em sua idade real.Na TV, ele aparece dançando, bebendo e falando sobre o sonho de ter uma namorada.Mas quando questionado sobre as desvantagens de parecer mais novo, Hyomyung cita apenas uma: ser alvo de brincadeiras de outros jovens da mesma idade.Ele também é obrigado a andar com o documento sempre na mão, principalmente quando sai à noite ou vai comprar bebidas alcoólicas. Mas isso, ele garante, não o incomoda.“Uma vantagem de ter cara de menino é que quando vou para o interior e entro nas lojas ou restaurantes os mais idosos ficam me chamando de fofo, me dão desconto e, às vezes, até consigo coisas de graça.”Hyomyung diz também ter medo de envelhecer de repente. “Eu ficaria com medo se começassem a aparecer rugas”, diz.“Vivo com esse rosto jovem há sete anos. Se envelhecesse de repente, acho que perderia um pouco da diversão da vida.”Segundo Hyomyung, o caso dele não é único na família.“A minha irmã mais velha também parece bem mais nova do que sua idade real. Ela tem 31 anos e aparenta ser uma estudante do Ensino Médio, eu diria.”
Programa de tevê
Hyomyung apareceu pela primeira na tevê em 2012, em um especial de ano novo lunar (o ano novo chinês), num concurso chamado “Baby Face” (“Cara de Bebê”, numa tradução literal).No ano seguinte, uma emissora de tevê coreana fez um especial somente com ele, no qual mostrou sua vida. O programa mostra ele de pijama de bolinha, sentado na cama em um quarto com decoração colorida e falando com voz aguda, sem as mudanças de tom típicas da puberdade.
                                               Segundo ele, única desvantagem de parecer novo são piadas de jovens da mesma idade  (Foto: Arquivo pessoal/ BBC)
A mídia coreana divulgou que Hyomyung era portador de uma síndrome rara, chamada Highlander, informação que foi replicada pelos jornais do mundo todo.Mas o professor Moisés E. Bauer, coordenador do Instituto de Pesquisas Biomédicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), atenta para o fato de não haver precedentes como o do coreano na bibliografia médica.“Devemos evitar a divulgação de 'possíveis achados que poderiam ser chaves para encontrar a cura para parar o envelhecimento'. O envelhecimento não é uma doença, todas as espécies envelhecem, embora em taxas diferentes, e precisamos disso para o correto desenvolvimento”, explicou à BBC Brasil o pesquisador, que coordena o Laboratório de Imunologia do Envelhecimento.Além disso, Bauer diz que portadores de síndromes raras estudadas pela ciência apresentam, na verdade, atrasos de crescimento físico e não de envelhecimento retardado.“Acredito que o aspecto mais importante na área de gerontologia é a geração de conhecimento que leve a um envelhecimento mais saudável”, defende.


Crinça esperança

Você sabe o que é o Criança Esperança? Não? Quer saber? Se sim, descubra abaixo.

                                                                            (✿◠‿◠)

Resultado de imagem para criança esperança 2015O Criança Esperança é uma campanha nacional de mobilização social que busca a conscientização em prol dos direitos da criança e do adolescente, promovida pela Globo, inicialmente em parceria com a UNICEF e atualmente com a UNESCO. O projeto é uma das mais bem-sucedidas marcas relacionadas a programas sociais dirigidos às crianças carentes em todo o mundo.
Os shows Criança Esperança reúnem diversos artistas, entre músicos, apresentadores e atores do elenco da emissora, que se juntam para dar início ao período de arrecadação de doações feitas pelos telespectadores e por várias instituições. O mestre de cerimônias do espetáculo é o humorista Renato Aragão, embaixador do Unicef no Brasil. Nos intervalos entre as apresentações musicais são abordados temas relativos ao bem-estar e aos direitos da criança e do adolescente, como o aleitamento materno, a gravidez precoce, a transmissão de doenças e a violência, entre muitos outros.
Você sabe como doar para o Criança Esperança?
Você pode ligar para 3 (três) números pelo telefone fixo, que são os seguintes:
0500 2015 007 para 7 reais
0500 2015 020 para 20 reais
0500 2015 040 para 40 reais
Mas se você quiser também pode doar pelo site outros valores com no minimo 15 reais. No site você paga pelo cartão de crédito (Mastercard,Diners e Visa) ou  no de débito(Visa Electron-apenas para cartões Bradesco), débito em conta( Banco do Brasil) e boleto bancário( pagável em qualquer banco). O site para doar é o seguinte:

P.S: Apenas no site a doação vai durante o ano inteiro
P.S 2: Assistam a TV Globo hoje, terá show do Criança Esperança

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Adoção de crianças

Resultado de imagem para adoção de crianças processoÉ sempre bom ter uma criança por perto. Quando um casal tem um filho que acabara de nascer é uma felicidade enorme. Mas imagina aquelas crianças que não tem pai e nem mãe? Elas têm a esperança de ter novos pais mesmo que não sejam biológicos. Por que em vez de  ter um filho de sangue, não adota uma criança para faze-la feliz? Esse é um lindo gesto!